Onde estou? Abro os olhos, mas não me levanto. A janela está aberta, o céu está aberto, vazio de nuvens, mas tão cheio de si, cheio de paz e calmaria. Ele transmite esse vigor por conta de sua cor, que mexe com os sentimentos do mais duro ser humano.
Agora sim, decidi levantar, fui até aquela janela e além do céu vi o mar, que também era azul. Momentaneamente senti inveja dos peixes e algas marinhas, que podem usufruir da água além de ser aquecidos pelo Sol; podem ser livres ir para onde bem entenderem sem o dever de dar satisfação de sua vida; sem medo do julgamento alheio, que servem mais para aumentar os níveis de tristeza e ansiedade que já são demasiados.
Quando me dei conta, já se havia passado mais de 30 minutos de devaneio perante uma janela; infelizmente aquela janela com grades será a mesma que verei nos próximos 15 anos, espero que quando eu sair daqui, toda a liberdade que eu almejo, possa ser aproveitada.
Agora sim, decidi levantar, fui até aquela janela e além do céu vi o mar, que também era azul. Momentaneamente senti inveja dos peixes e algas marinhas, que podem usufruir da água além de ser aquecidos pelo Sol; podem ser livres ir para onde bem entenderem sem o dever de dar satisfação de sua vida; sem medo do julgamento alheio, que servem mais para aumentar os níveis de tristeza e ansiedade que já são demasiados.
Quando me dei conta, já se havia passado mais de 30 minutos de devaneio perante uma janela; infelizmente aquela janela com grades será a mesma que verei nos próximos 15 anos, espero que quando eu sair daqui, toda a liberdade que eu almejo, possa ser aproveitada.
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